post-title Praia e piscina X fralda aquática http://i0.wp.com/www.drdiegobiella.com.br/wp-content/uploads/2016/03/bebe-na-piscina_01.jpg?fit=786%2C550 2016-03-08 07:20:37 yes no Postado por

Praia e piscina X fralda aquática

Com o tempo quente muitos pais gostam de brincar com seu bebê na piscina e na praia, locais mais procurados nesta época do ano. Brincar com o bebê na água é muito gostoso nos dias quentes, e do ponto de vista de higiene para a criança e aos demais que usufruem deste ambiente a utilização […]

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Com o tempo quente muitos pais gostam de brincar com seu bebê na piscina e na praia, locais mais procurados nesta época do ano.
Brincar com o bebê na água é muito gostoso nos dias quentes, e do ponto de vista de higiene para a criança e aos demais que usufruem deste ambiente a utilização da fralda apropriada é muito importante.
Estas fraldas possuem camada externa impermeável, barreiras antivazamento, laterais e cintura elástica que vão proporcionar maior proteção dentro da água.
Com as fraldas aquáticas o bebê não vai ter problema para brincar na água, pois elas não ficam volumosas e pesadas nem se desfazem em contato com a água como as fraldas comuns e também não vão atrapalhar os movimentos do bebê.
Urina e fezes contaminam a água. A fralda retém tanto o xixi quanto o cocô e impede que eles se dissipem. Isso contribui para manter o ambiente limpo e saudável. Afinal, piscina e praia são locais compartilhados por várias pessoas.
Se você achar que não há muito risco de seu filho fazer cocô, pode entrar com ele só de sunga ou maiô, por um período máximo de meia hora.
A criança deve ficar com estas fraldas apropriadas o tempo que ela permanecer na água, que normalmente é de 30 a 40 minutos, tempo ideal pelo desgaste físico.
Como as fraldas aquáticas seguram menores quantidades de xixi do que as fraldas tradicionais, se a criança estiver há mais de uma hora e meia na água, o melhor é trocá-la.
A utilização de pomadas para assaduras enquanto o bebê estiver com a fralda aquática é dispensável. O mais importante é não deixar a criança molhada depois que sai da água, pois a umidade favorece a assadura.
O reaproveitamento destas fraldas não é recomendável, pois perdem sua capacidade de absorção após a utilização.
Se seu filho não vai entrar na água não existe a necessidade de colocar a fralda aquática, mas se for sentar na borda da piscina ou ficar próximo da água, aí vale a pena usar uma dessas fraldas apropriadas.

Deixo as formalidades de lado e me apresento em algumas palavras:

Sou Diego Biella, ainda criança depois de sonhar em ser jogador de futebol, aliás como todo menino, resolvi que seria médico. Me formei na Universidade de Alfenas e logo me encantei pelos choros, risos e pela dificuldade de uma consulta pediátrica. Quando a criança está doente mas não sabe falar o que sente, a febre aparece sem nenhum outro sintoma e após um tratamento bem sucedido o sorriso sincero e inocente, pra mim é a melhor das recompensas.

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