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O que você precisa saber sobre Pneumonia

As doenças respiratórias correspondem a aproximadamente 50% dos atendimentos ambulatoriais; 12% destes são por pneumonias. Estima-se que 4,3 milhões das mortes de crianças menores de 5 anos ocorram anualmente por infecções respiratórias agudas, que nessa faixa etária representam 20% dos óbitos. No Brasil, as taxas de mortalidade infantil por pneumonias variam por região, sendo mais […]

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As doenças respiratórias correspondem a aproximadamente 50% dos atendimentos ambulatoriais; 12% destes são por pneumonias. Estima-se que 4,3 milhões das mortes de crianças menores de 5 anos ocorram anualmente por infecções respiratórias agudas, que nessa faixa etária representam 20% dos óbitos. No Brasil, as taxas de mortalidade infantil por pneumonias variam por região, sendo mais altas nos estados do Norte e Nordeste e mais baixas no Sul.
São reconhecidos vários fatores de risco para pneumonias:
Sexo (mais frequentes no sexo masculino), idade (menores de 1 ano), poluição intradomiciliar, aglomeração, baixo peso ao nascer, desnutrição e desmame precoce.
O diagnóstico pode ser feito a partir da história e do exame clínico, devendo, se houver possibilidade, ser confirmado com uma radiografia de tórax. Os outros exames laboratoriais são indicados de acordo com a gravidade do paciente ou se a complexidade do caso o exigir.
Os sinais e sintomas mais freqüentemente presentes nas pneumonias são: tosse, febre, taquipnéia, dispnéia, tiragem intercostal ou subcostal e batimentos de asas de nariz. A freqüência respiratória é o sinal mais simples para suspeitar-se do diagnóstico de pneumonia, devendo ser avaliada com a criança tranqüila, se possível dormindo, durante um minuto e por duas vezes.
Alguns sinais indicadores de maior gravidade da pneumonia nas crianças, implicando abordagem terapêutica mais intensiva, internação hospitalar e exames complementares, devem ser cuidadosamente observados: aspecto toxêmico, presença de tiragem, principalmente subcostal, gemidos, prostração ou agitação acentuadas, cianose, palidez, convulsões, apnéias, vômitos ou dificuldade de ingerir líquidos, hipotermia, desidratação e sinais semiológicos de condensação extensa ou comprometimento pleural.

pneumonia
As pneumonias sem sinais de gravidade devem ser tratadas no ambulatório, com consulta de revisão clínica obrigatória, agendada com 48 horas. Na consulta inicial, os familiares devem ser orientados para tentar garantir aporte alimentar e hídrico, manter as vias respiratórias altas limpas de secreções, usar corretamente os broncodilatadores, se necessários, e, muito importante, reconhecer os sinais de agravamento do quadro e quando retornar com urgência ao atendimento. Os antibióticos de escolha para o tratamento das pneumonias bacterianas nas crianças acima de 2 meses de idade, que se decidiu ser ambulatorial, serão dirigidos aos germes prevalentes.

Deixo as formalidades de lado e me apresento em algumas palavras:

Sou Diego Biella, ainda criança depois de sonhar em ser jogador de futebol, aliás como todo menino, resolvi que seria médico. Me formei na Universidade de Alfenas e logo me encantei pelos choros, risos e pela dificuldade de uma consulta pediátrica. Quando a criança está doente mas não sabe falar o que sente, a febre aparece sem nenhum outro sintoma e após um tratamento bem sucedido o sorriso sincero e inocente, pra mim é a melhor das recompensas.

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