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Quanto meu filho precisa comer?

Muitos pais de crianças de 2 aos 3 anos acham que seus filhos não comem direito. Se martirizam por isso, perdem a cabeça ou recorrem a suplementos. Veja um exemplo de porções diárias para esta faixa etária, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria e curta mais as refeições: Café da manhã: • 200 ml de […]

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Muitos pais de crianças de 2 aos 3 anos acham que seus filhos não comem direito. Se martirizam por isso, perdem a cabeça ou recorrem a suplementos. Veja um exemplo de porções diárias para esta faixa etária, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria e curta mais as refeições:

Café da manhã:

• 200 ml de leite
• 1 colher de sopa de achocolatado
• ½ unidade de pão francês
• ½ unidade de maçã média
• ½ colher de chá de margarina

Lanche:

• ½ unidade de banana nanica

Almoço:

• 2 colheres de sopa de arroz branco cozido
• 1 unidade de batata pequena cozida
• 1 a 2 colheres de sopa de legumes crus
• 3 folhas médias de folhas cruas
• 1 colher de sopa de feijão
• 1 unidade de ovo cozido

Lanche:

• 1 unidade de pão de forma
• ½ colher de chá de margarina
• 2 fatias de queijo prato
• ½ copo de suco de laranja

Jantar:

• 2 colheres de sopa de macarrão
• 1 colher de sopa de legume cozido picado (tomate como molho para o macarrão)
• 2 colheres de sopa de carne moída

Ceia:

• 1 iogurte de 120 gramas

* * * * *

Muitas vezes os pais acham que o filho está comendo pouco, o que nem sempre é algo real. Os pais comparam a quantidade de alimento da criança com a que está em seu prato, mas esquecem de que o adulto come uma quantidade maior. Na faixa etária dos 2 aos 3 anos, também é normal a criança comer menos: ela está em uma fase de diminuição do ritmo de crescimento.

Não prometa presentes ou passeios em troca da comida, nem dê sobremesa (na maioria das vezes chocolate) para que a criança coma. Estes atos fazem com que ela ache que a comida é ruim, pela compensação que terá depois. É errado obrigá-la a comer ou bater na criança, ambas as situações podem levar a criança à anorexia posteriormente.

Fonte: Departamento Científico de Nutrologia da SBP.

Deixo as formalidades de lado e me apresento em algumas palavras:

Sou Diego Biella, ainda criança depois de sonhar em ser jogador de futebol, aliás como todo menino, resolvi que seria médico. Me formei na Universidade de Alfenas e logo me encantei pelos choros, risos e pela dificuldade de uma consulta pediátrica. Quando a criança está doente mas não sabe falar o que sente, a febre aparece sem nenhum outro sintoma e após um tratamento bem sucedido o sorriso sincero e inocente, pra mim é a melhor das recompensas.

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