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Quando meu bebê vai começar a falar?

Ele mal abre a boca e os pais já começam a imaginar coisas, de tão esperada que é a primeira palavra do bebê. Qualquer balbucio ou gemido é entendido como o primeiro sinal de que a criança vai começar a falar – e haja expectativa em torno desse desenvolvimento. Normalmente, a partir dos seis meses, […]

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Ele mal abre a boca e os pais já começam a imaginar coisas, de tão esperada que é a primeira palavra do bebê. Qualquer balbucio ou gemido é entendido como o primeiro sinal de que a criança vai começar a falar – e haja expectativa em torno desse desenvolvimento. Normalmente, a partir dos seis meses, o bebê já expressa as primeiras sílabas, como bababa ou papapa. Com 12 meses, já há chances de ouvir “mamãe” ou “papai”.
Algumas crianças demoram um pouco mais, o que não deve ser encarado como um problema pelos pais. Só é preocupante quando a criança passa dos 24 meses sem produzir palavras e a ajuda de um fonoaudiólogo passa a ser necessária. Para que esse desenvolvimento da linguagem ocorra dentro do esperado, aproveite os cuidados com o bebê indicados por especialistas:
Diga sempre a pronúncia correta: Desde os primeiros meses, o bebê tenta imitar o que vê: movimentos de boca, piscadas de olhos, sorrisos, entre outras ações. Com os sons, não é diferente. A criança aprende observando, daí a importância de falar corretamente com ela. Se ela aprender errado, pode ter um trabalho danado mais tarde para conseguir corrigir.
Falar da forma natural: Não fique infantilizando a voz quando for falar com o bebê, como falar no diminutivo e em tom mais fino. É preciso que ele se sinta inserido nas conversas entre os pais com o máximo de naturalidade. Fale de forma simples, com boa entonação, destacando os nomes de objetos e pessoas.
Olhe para ele e mostre a sua boca: O contato visual é muito importante para estimular a afetividade e serve de incentivo para o bebê se espelhar em você, quando ele consegue ver o movimento da boca, entende o modo como o som é produzido e pode imitar melhor.
Cuidado com a euforia: Quando o bebê começa a balbuciar as primeiras palavras, vale incentivá-lo mostrando que você está contente, mas isso tem limite. Muita euforia por causa da nossa ansiedade como pais pode assustar a criança e atrapalhar o seu desenvolvimento. Procure deixá-lo confortável, evitando gritar ou chamar a família toda ao menor sinal de balbucio.
Peça ajuda do irmão mais velho: O bebê consegue diferenciar uma criança de um adulto e pode aprender e imitar mais rápido com ela. Pedir para o irmão que brinque com o bebê também faz com que o mais velho se sinta importante em vez de excluído. Se o bebê for o primeiro filho, vale a pena procurar o contato com outras crianças.
Não deixe a criança acomodada: Mimar demais prejudica tanto o comportamento quanto o desenvolvimento do bebê. Se tudo o que ele quer está na frente dele toda hora, sem precisar chorar, apontar, tentar balbuciar ou fazer qualquer sinal, não há estímulo para que ele melhore a comunicação. O mimo em excesso pode impedir que a criança explore o seu mundo e fazer com que ela perca a curiosidade para aprender.
Brinque bastante: O ato de brincar também é ensinar, pais que se divertem com a criança não só estimulam o aprendizado dela como eles mesmos passam a olhar e entender como é o próprio filho, quais são os seus comportamentos. O bebê que vive em um ambiente estressante e cheio de tensões pode ter mais dificuldades para se desenvolver de forma saudável.
Desligue rádio, televisão e computador: A competição da fala dos pais com o som de outros aparelhos pode atrapalhar o entendimento e a concentração do bebê. Não que esses meios de comunicação sejam prejudiciais, mas não podem ser o principal elemento de estimulação, porque não são meios naturais de desenvolvimento da fala e linguagem.
Aproveite situações da rotina: Quanto mais a criança for exposta à linguagem, melhor será para seu desenvolvimento. Por isso, aproveite para contar histórias, cantar músicas e dizer o que você está fazendo com ele na hora do banho, de dormir ou em outros momentos do dia. Pode parecer que o bebê não está entendendo nada, mas não se engane: o cérebro dele já está memorizando as palavras. Por volta de um ano de idade, uma criança pode produzir ao redor de 10 palavras e compreender mais de 20.

Fonte: www.minhavida.com.br

Deixo as formalidades de lado e me apresento em algumas palavras:

Sou Diego Biella, ainda criança depois de sonhar em ser jogador de futebol, aliás como todo menino, resolvi que seria médico. Me formei na Universidade de Alfenas e logo me encantei pelos choros, risos e pela dificuldade de uma consulta pediátrica. Quando a criança está doente mas não sabe falar o que sente, a febre aparece sem nenhum outro sintoma e após um tratamento bem sucedido o sorriso sincero e inocente, pra mim é a melhor das recompensas.

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