post-title Amamentação durante viagens, algumas dicas http://i2.wp.com/www.drdiegobiella.com.br/wp-content/uploads/2016/12/amamentacao.jpg?fit=636%2C338 2016-12-21 16:59:54 yes no Postado por

Amamentação durante viagens, algumas dicas

Confira como evitar estresse com a alimentação do bebê principalmente em viagens de avião Pensar em viajar com um recém-nascido pode deixar as mães, em especial as de primeira viagem, com receio em relação à alimentação, vestuário, cuidados com o sol ou com excesso de frio. Mas para não transformar as férias em cansaço e […]

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Confira como evitar estresse com a alimentação do bebê principalmente em viagens de avião

Pensar em viajar com um recém-nascido pode deixar as mães, em especial as de primeira viagem, com receio em relação à alimentação, vestuário, cuidados com o sol ou com excesso de frio. Mas para não transformar as férias em cansaço e não descanso, algumas dicas podem facilitar essa estadia longe de casa.

Sendo lactante, existe a vantagem de poder levar a comida do bebê no avião, por exemplo, sem passar por nenhum problema no embarque. Separamos algumas dicas para fazer com que a amamentação durante o voo seja o mais fácil possível.

Manual da amamentação durante as viagens de avião para as mamães:

1. Com que roupa eu vou?
Use roupas confortáveis e um sutiã de amamentação. Muitas mães optam por blusas com botão ou zíper para um acesso mais fácil e discreto no momento da mamada.

2. Mala do bebê e da mamãe
Você provavelmente vai separar uma troca de roupas para o seu bebê, mas não se esqueça de você! Leve uma blusa extra em sua mala de mão para que você possa trocar no caso do bebê regurgitar ou de qualquer outro imprevisto. Lembre-se também de levar itens essenciais como sua pomada de Lanolina HPA e absorventes para seios.

3. Amamentando em público
Algumas mães não se sentem a vontade amamentando em público, principalmente no avião onde tem muita gente desconhecida e não há espaços mais reservados. Se esse for o seu caso, leve um cobertorzinho ou fraldinha de pano em sua mala de mão, e cubra durante a mamada.

Caso não tenha constrangimentos e opte por não usar nenhuma cobertura, esteja ciente de que outro viajante pode sentir-se incomodado e reclamar com a tripulação. Se uma situação lamentável como essa acontecer, fique calma e sugira à aeromoça que troque a pessoa de assento. Mas a maioria das mães não tem problemas em amamentar durante voos, por isso não deixe o “e se…” te impedir de alimentar seu bebê.

4. Decolagem e aterrissagem
Há indícios de que o processo de deglutição ajuda os bebês a se adaptarem na mudança de pressão. Portanto, o voo pode ficar mais confortável para seu filho se você der de mamar durante a decolagem e/ou a aterrissagem. Além disso, amamentar durante estes momentos da viagem evita que o recém-nascido tenha dores de ouvido.

5. Leite materno extraído
Se você pretende extrair o leite antes da viagem e levá-lo em sua mala de mão para dar ao seu bebê, é importante saber as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Em viagens internacionais, podem ser levados até 100ml de líquidos na bagagem de mão, porém há uma exceção para alimentação infantil, segundo o próprio site da Agência: “Medicamentos (com prescrição médica), alimentação de bebês e líquidos de dietas especiais poderão ser transportados na quantidade necessária à utilização no período total do voo (incluídas eventuais escalas) e deverão ser apresentados no momento da inspeção de segurança”.

Ao chegar ao destino das férias, uma opção interessante é a extração e o armazenamento do leite, que pode trazer mais praticidade e tranquilidade. A mãe pode extrair o leite com uma bomba manual, por exemplo. Elas são pequenas, desmontáveis e não precisam de carregadores, tomadas ou pilhas. Aliadas aos saquinhos de armazenamento, no geral, também discretos e que não ocupam espaço na mala e no freezer quando chegar a hora do armazenamento.

 

Fonte: guiadobebe.com.br

Deixo as formalidades de lado e me apresento em algumas palavras:

Sou Diego Biella, ainda criança depois de sonhar em ser jogador de futebol, aliás como todo menino, resolvi que seria médico. Me formei na Universidade de Alfenas e logo me encantei pelos choros, risos e pela dificuldade de uma consulta pediátrica. Quando a criança está doente mas não sabe falar o que sente, a febre aparece sem nenhum outro sintoma e após um tratamento bem sucedido o sorriso sincero e inocente, pra mim é a melhor das recompensas.

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