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Quanto de água devo oferecer ao meu bebê? Posso levá-lo à praia?

Não tem coisa melhor do que ir para a praia ou piscina, principalmente em dias quentes como os que têm acontecido. Mas será que os bebês já podem se refrescar nesses locais? Depende da idade deles. Para a pediatra Virgínia Weffort, presidente do Departamento de Nutrologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), a praia só […]

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Não tem coisa melhor do que ir para a praia ou piscina, principalmente em dias quentes como os que têm acontecido. Mas será que os bebês já podem se refrescar nesses locais? Depende da idade deles. Para a pediatra Virgínia Weffort, presidente do Departamento de Nutrologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), a praia só está liberada a partir dos 12 meses. Outros especialistas dizem, que a partir do sexto mês e com cuidado com o sol, o bebê já pode frequentar a praia.

Segundo ela, o sol da praia é muito quente e pode causar queimaduras na criança. “Mesmo ficando debaixo do guarda-sol, os raios ultravioletas passam e a criança se queima. Acontecem casos de queimaduras de segundo grau por irradiação. Às vezes, o sol parece que está bom para o adulto, mas é quente demais para o bebê.”

Já as piscinas residenciais podem ser frequentadas a partir dos 6 meses de vida, desde que com o uso de protetor solar. A pediatra não recomenda que a criança seja levada para piscinas lotadas e com pessoas desconhecidas, como as de clubes.

“A imunidade está sendo formada no primeiro ano de vida. A criança pega doença mais facilmente neste período. Por isso não é bom frequentar locais com muitas pessoas, como piscinas de clubes ou shoppings centers, para não correr o risco de pegar uma infecção”, afirma Weffort.

O protetor solar também só pode ser aplicado em bebês a partir de seis meses. “Antes, não se deve passar protetor. A pele é mais fina, absorve mais e o produto pode irritar.”

O melhor horário para levar crianças para praia e piscina é antes das 10h e após as 16h. “Os adultos costumam ir a partir das 10h, quando o sol está mais quente. Às 10h não é hora de ir à praia com o bebê”, diz a pediatra.

HIDRATAÇÃO

É sempre necessário manter bebês e crianças bem hidratadas. E o líquido que faz essa hidratação é a água. “Não se deve oferecer sucos nem refrigerantes. Água de côco não substitui a água”, afirma Weffort.

Bebês de até seis meses alimentados exclusivamente com leite materno não precisam beber água. “O leite da mãe já contém a água necessária que ele precisa para se hidratar”, diz a presidente do Departamento de Nutrologia da SBP.

Já os bebês alimentados com leite artificial precisam beber água. A partir dos 7 meses, segundo ela, os pais devem oferecer água para os bebês. A SBP possui uma tabela (veja abaixo) que indica a quantidade diária de água a ser oferecida para as crianças. Essa quantidade varia de acordo com a idade, atividade física e alimentação da criança.

Segundo Weffort, os pais devem observar a quantidade de xixi na fralda da criança, principalmente em dias mais quentes. Se a criança estiver urinando pouco, os pais precisam oferecer mais água.

“Quando transpira muito e urina pouco, tem que tomar uma quantidade maior de água, pois o xixi fica mais concentrado. Os rins ficam sobrecarregados, têm que trabalhar mais para filtrar os nutrientes, quando o organismo tem pouca água.”

Se a criança faz atividade física, também é preciso beber mais água que a quantidade indicada na tabela.

Crianças que comem alimentos salgados também precisarão de mais água. “Ela mesmo ficará com sede e pedirá mais água.”

Veja abaixo as quantidades mínimas diárias de líquido que as crianças devem beber:

  • 0 a 6 meses* – 700 ml (bebês que tomam leite artificial)
  • 7 a 12 meses – 800 ml
  • 1 a 3 anos – 1300 ml
  • 4 a 8 anos – 1700 ml
  • 9 a 13 anos – 2400 ml
  • 14 a 18 anos – 3300 ml

(*) A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os 6 meses; a partir daí, a amamentação pode complementada até pelo menos os 2 anos ou mais.

 

 

Fonte: FABIANA FUTEMA

maternar.blogfolha.uol.com.br

Deixo as formalidades de lado e me apresento em algumas palavras:

Sou Diego Biella, ainda criança depois de sonhar em ser jogador de futebol, aliás como todo menino, resolvi que seria médico. Me formei na Universidade de Alfenas e logo me encantei pelos choros, risos e pela dificuldade de uma consulta pediátrica. Quando a criança está doente mas não sabe falar o que sente, a febre aparece sem nenhum outro sintoma e após um tratamento bem sucedido o sorriso sincero e inocente, pra mim é a melhor das recompensas.

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